ANA, por Carvalho Filho.

Dedicado à querida musa Ana Ferreira

Teus olhos são estrelas caídas
De uma constelação esverdeada.
Tua voz é um sussurro
De rara leveza.

Tu me chamas de poeta
E eu secretamente te chamo de vida,
Pois quando estou contigo
Sou capaz de sorrir estando ferido.

Teus olhos são altos como o voo da águia,
Sempre tens uma grande ideia.
Adoro tua desacorrentada inteligência
E o bem que ela me faz.

Tu ateias o fogo no meu peito
Agonizante de frio fazendo
Nascer quem realmente sou.

Quero que saibas que nenhum dia é banal
Se nele te encontro.
Mas se nele não te vejo
Metade do encanto é perdido.

Carvalho Filho

  • Escrito em Parnaíba, em algum ponto de 2010.
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